O Caso Varginha
Em 20 de janeiro de 1996, a pacata cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais, se tornou o...
No remoto vale de Hessdalen, na Noruega central, luzes inexplicáveis dançam no céu noturno há mais de quatro décadas. Não são relâmpagos, nem auroras boreais, nem reflexos de qualquer fonte conhecida. São as Luzes de Hessdalen, um dos fenômenos mais bem documentados e menos compreendidos da ufologia moderna.
Os primeiros relatos sistemáticos começaram em 1981, quando moradores do vale reportaram esferas luminosas de diversas cores — brancas, amarelas e às vezes azuladas — flutuando silenciosamente sobre as montanhas. Algumas permaneciam estáticas por mais de uma hora; outras se moviam em velocidades impossíveis, mudando de direção instantaneamente.
O fenômeno é tão consistente que em 1998 foi instalada uma estação de monitoramento automático no vale, o Projeto Hessdalen, operado por engenheiros da Universidade de Østfold. Câmeras, radares e espectrômetros registram as luzes regularmente, confirmando que não se trata de ilusão ou erro de observação.
Imagem capturada pelo sistema de monitoramento
Análise espectral das luzes
Vídeo de 47 minutos documentando múltiplos avistamentos
A hipótese mais aceita pela comunidade científica envolve a geologia única do vale. Hessdalen possui depósitos de cobre e zinco em lados opostos do rio, o que poderia criar uma espécie de "bateria natural". A ionização do ar, combinada com poeira de escândio (um metal raro encontrado na região), poderia gerar plasmas luminosos. No entanto, essa teoria ainda não explica completamente o comportamento inteligente aparente das luzes.
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